Diário de bordo – Dia 20

Para chegar na Amsterdam Arena é muito fácil, existe uma estação de metrô e trem bem ao lado além de várias linhas de ônibus, o complexo também conta com shoppings e existe estacionamento até mesmo dentro da Arena, portanto tem para todos os gostos. Passa inclusive uma rodovia por baixo do estádio.

A loja da arena é de médio porte e é de lá também que começa o tour.

O estádio é bem sinalizado e as entradas são bem amplas.

Também está muito bem servido de bares e quiosques.

Mas o forte mesmo são os lounges, bem legais.

Aqui também existe um fosso, mas que já foi “tampado” nas partes atrás dos gols e foi por lá onde houve a última invasão que ocasionou a agressão ao goleiro do AZ.

Esse “camarote” com os vidros escuros é o centro de comando do estádio.

O estádio possui 2 telões gigantes.

A sala de imprensa era uma academia que foi adaptada, é bem ampla.

Os vestiários são bem legais, mas não fomos autorizados a entrar, só podemos tirar fotos da porta.

O túnel que dá acesso ao vestiário é recheado de fotos de jogadores do Ajax que foram convocados para suas seleções e a porta que dá acesso ao gramado possui um brasão.

 Os jogadores sobem ao gramado por essa escada.

Belíssimo estádio, possui todas as facilidades de uma arena, além de bem conservado apesar de ser uma “debutante”, pois fez 15 anos em agosto passado.

Diário de bordo – Dia 19

Me considero uma pessoa extremamente precavida quando o assunto é viagem, sempre procuro me antecipar à eventuais problemas que podem acontecer e que geralmente não acontecem, ainda bem.

Mas aconteceu ontem, como vocês sabem eu vim da Inglaterra e ao chegar em Amsterdam não me liguei na mudança de fuso horário, que está uma hora avançada.

Pois bem, o despertador tocou na hora programada e ao chegar na estação para pegar o trem para Rotterdam notei que estava uma hora atrasado na minha programação e que tinha perdido o “tempo de imprevisto”, pois eu geralmente me antecipo em uma hora.

Com o tour marcado para às 12:30, cheguei em Rotterdam às 12:10 e o metrô demoraria mais de 20 minutos, a solução foi pegar um táxi e tentar chegar na hora. Consegui, 12:30 estava no estádio.

O Feyenoord mantém um prédio na frente do estádio, onde está o museu, um restaurante, escritórios além de dois restaurantes que servem exclusivamente de apoio para os camarotes do estádio.

O guia que falava inglês fluentemente estava ocupado com um tour privado, sobrou um senhor que enrolava a língua inglesa, mas tudo bem, com boa vontade e mímica a gente consegue.

A prova da simpatia e do esforço é que ele disse que gostava muito de uma música brasileira, qual? “Ai se eu te pego”, claro.

O museu é muito simples, apenas com algumas camisas, fotos e chuteiras antigas.

Diferentemente dos estádios na Inglaterra, que são encravados em bairros residencias e que não parecem estádios do jeito que estamos acostumados, o “De Kuip” fica em um espaço aberto e é totalmente “acima do solo”.

A sinalização até que existe, mas achei complicada, são feitas com letras e existem muitos portões, além da arquitetura do estádio não ajudar em nada.

Ele não segue uma ordem, se a pessoa der uma volta completa no estádio vai encontrar portas de A (início) até N (fim), só que passa por V e X, por exemplo. A parte de cima tem letras dobradas, tipo “setor DD”.

 O estádio possui 40 camarotes e vários “business seats”, a curiosidade é que esses lugares vips têm aquecimento.

Aqui também não tem telão, apenas dois letreiros atrás dos gols.

 Vestiário no nível dos que eu encontrei nos outros estádios.

O túnel que leva para o gramado é interessante, com pinturas.

E a surpresa (que eu não tinha visto lá de cima), aqui também tem um fosso, segundo o guia é necessário, recentemente aconteceu uma agressão a um goleiro na Amsterdam Arena.

As arquibancadas centrais da parte de baixo são móveis e as duas primeiras filas tem uma péssima visão, mas só são vendidas em grandes jogos por causa da demanda.

O estádio está muito bem servido de bares e banheiros, aliás, falando em banheiro vejam que excelente idéia, principalmente para shows.

Outra curiosidade: A “Torcida Organizada” tem um lounge, onde é obrigada a ficar durante uma hora após os jogos.

 A loja oficial do Feyenoord é pequena e fica em um anexo do estádio, mas também existem lojas funcionando dentro do estádio em dias de jogo.

A sala de imprensa parece mais um restaurante estilo self-service.

Os torcedores dos times visitantes entram por uma entrada totalmente diferente, eles vêm diretamente da estação férrea, por um “corredor” coberto e entram diretamente no estádio, sem passar pelas áreas comuns.

Eu pensava que os ingleses eram os baderneiros oficiais da europa, mas estou começando a mudar de idéia diante de tanta segurança.

Enfim, é um estádio que já foi um dos melhores da Europa e é o recordista em finais de competições européias, 11 vezes, mas que é bastante complicado, são muitas escadas, vigas e letras que podem complicar a pessoa que não está habituada a frequentar.

Mas tudo indica que deverá ter vida curta também, o Feyenoord está estudando projetos para se mudar para uma nova casa até 2018.

Diário de bordo – Dia 18

Hoje o dia era livre, sem programação definida e apenas com o compromisso de estar no aeroporto à noite para embarcar rumo à Amsterdam.

Passei a manhã andando por Manchester, fui à um shopping no centro onde encontrei uma loja do City com um trocadilho legal no nome: “In the City Store”.

Voei pela primeira vez na Easyjet para ir de Manchester para Amsterdam, com mais conforto que os vôos internos no Brasil e gastando 10 vezes menos, lógico que existem alguns custos adicionais, mas a passagem em si é muito barata, a opção de uma companhia low-coast sem dúvida vai depender do seu perfil, mas eu aprovei.

Gostaria muito que tivesse uma desse estilo no Brasil, a GOL até entrou com essa proposta, mas…

Enfim, já estou instalado em Amsterdam e a primeira visita será ao Feyeenoord Stadium ou De Kuip, a “banheira”.

Diário de bordo – Dia 17 – Parte 2

Do Goodison Park fui andando até o Anfield Road, casa do Liverpool, que assim como o do Everton também fica em uma área residencial.

Mais 15 minutinhos de caminhada e ele surge.

Na entrada fica o museu, a loja e um restaurante, muito bonito por sinal.

Na área do museu existe um memorial para homenagear os que morreram na Tragédia de Hillsborough.

Existe uma loja do lado de fora para o matchday.

Ele é muito bem servido em bilheterias e bem sinalizado.

E também conta com a já tradicional porta minúscula.

 A sala de entrevistas também é muito básica.

Vestiário modesto.

A área dos corredores dos vestiários é muito bonita, com vários murais.

Já o túnel é minúsculo também, será que antigamente os jogadores/torcedores eram tão magros assim?

Anfield não possui placar eletrônico ou telão, apenas dois letreiros.

 A área comum é ampla, cheia de bares, banheiros e televisões.

Esta visita me decepcionou um pouco, o tour foi muito fraco, proibindo acesso à varios ambientes “bestas”, podem notar que as fotos da área comum foi de longe.

Mas que deve ser emocionante assistir eles cantando “You will never walk alone” in loco, deve.

Diário de bordo – Dia 17 – Parte 1

Saí de Manchester logo cedo rumo à Liverpool para visitar mais dois estádios, Goodison Park do Everton e Anfield Road do Liverpool, são apenas 50 minutos de trem e uma paisagem que não chega a impressionar.

Como são dois estádios e nesta terça eu não vou visitar nenhum, resolvi dividir Liverpool em dois posts e vou começar pelo Goodison Park.

A estação de metrô e trem mais próxima do estádio fica a cerca de 1.5km (Kirkdale), em dia de jogo existe um ônibus, chamado Soccerbus, que liga outra estação (Sandhill) ao estádio por apenas 1 libra.

Caminhada de 20 minutos e cheguei ao meu destino, foi construído em 1892 e é um dos primeiros estádios da Inglaterra, falando em pioneirismo, o Everton se orgulha de ser pioneiro em muitas coisas.

Ao andar ao redor do estádio vemos as mesmas portinhas minúsculas de Old Trafford, eu tive dificuldade de passar com uma mochila, fiquei imaginando uma pessoa mais “forte”.

 O estádio está cercado por casas.

Esse muro de tijolo aparente do lado direito é uma igreja que faz parte do estádio.

Também existe uma  “linha do tempo”, bastante interessante mostrando a história do Everton em fotos.

Bem sinalizado e parece que tem preço padrão para todas as partidas.

A loja oficial do Everton fica do outro lado da rua e dentro do estacionamento do estádio existe uma loja móvel para o matchday.

Faixa profunda.

O estádio é bonitinho, bem cuidado por dentro e conta com dois telões.

Sala de comando e mais uma faixa contra o racismo.

Apesar de antigo, ele conta com alguns lounges.

Achei muito bonito o corredor dos vestiários.

O túnel que dá acesso ao gramado é minúsculo.

O banco de reservas e alguns camarotes atrás, são cerca de 10 no total.

O bar denuncia a idade do estádio.

E aqui também tem prisão!

Assim como Old Trafford, ele é muito antigo e pouco funcional, tudo muito complicado, cheio de túneis, mas se lembrarmos que tem mais de 100 anos, está em ótimas condições, mas pode durar pouco, o Everton estuda planos de se mudar.

Diário de bordo – Dia 16

O dia amanheceu com o Sol querendo sair, mas sem força para combater as eternas nuvens que pairam sobre a Inglaterra e foi assim que iniciei minha jornada rumo ao “City of Manchester” ou Etihad Stadium, patrocinador principal do Manchester City, para assistir Manchester City x Tottenham.

O metrolink ainda não está chegando no SportCity, complexo esportivo no qual está inserido o estádio, por isso resolvi fazer uma caminhada de 25 minutos do centro para lá, até porque andar é o meu único exercício por aqui.

As obras devem terminar em breve, a estação e os trilhos já estão no lugar.

Comprei meu ingresso por um site não-oficial (SportsEvents365) e apesar do lugar marcado para ser entregue, uma McDonalds, não houve problema e o meu lugar no estádio me surpreendeu, segunda fileira.

O estádio foi construído há cerca de 10 anos para os “Jogos Britânicos” e tinha como foco principal o atletismo, um ano após a competição e com jeitão que ia se tornar um elefante branco, a prefeitura local resolveu cedê-lo ao Manchester City, que passou um ano adaptando o local para receber seus jogos.

Você pode ver como era o estádio antes.

E como ficou depois.

Aí vem o primeiro problema, eles retiraram a pista de atletismo e rebaixaram o gramado, fazendo com que os novos assentos ficassem fora da área protegida pela cobertura e como na Inglaterra chove dia sim, no outro também, é um problema e que aconteceu hoje, levei uma bela chuvarada.

O estádio é bem sinalizado, são várias e várias entradas, do lado de fora muitos bares, uma loja imensa, telões passando os últimos jogos, “casa” da EA SPORTS para as crianças (e adultos também) jogarem FIFA 2012, entre outras coisas legais.

A área comum, atrás da arquibancada, é ampla, com muitos e muitos bares e banheiros, incluindo área exclusiva para crianças, televisões, banca de apostas e as paredes também tem fotos, brincadeiras e frases de apoio.

Diferentemente do rival, o Etihad tem 2 telões gigantes, além deles nessa mesma foto vocês podem notar como se fosse uma cortina atrás, mais uma adaptação do antigo estádio de atletismo, para o vento não matar os torcedores de frio.

Dois mascotes bem feios ficam fazendo graça e tirando fotos com os torcedores.

Curiosidade: Os profissionais que ficam filmando atrás das barras ficam dentro de um buraco para não atrapalhar a visão dos torcedores.

Na saída os torcedores também usufruem de lojas móveis para gastar, geralmente empolgados com as vitórias como a de hoje, um jogão!

Foi bom demais, uma excelente experiência.

E acho que me decidi, as facilidades de um estádio novo me convenceram.

Alô Manchester United, vamo se modernizar!

Diário de bordo – Dia 15

Dia de viagem pela manhã é sempre complicado, pois geralmente a mala só é arrumada na véspera à noite e aí já sabe, vai dormir tarde tendo que acordar muito cedo.

Mas assim foi, carro devolvido no aeroporto de Lisboa sem problema, check in rápido e era só esperar a hora do vôo, geralmente pontual.

E foi pontual mesmo, vôo tranquilo e com o sanduíche preferido do Chaves (presunto) para um lanche.

Pouso tenso em Manchester por causa dos fortes ventos, hora de pegar o trem para o centro e procurar o hotel com uma chuvinha leve na cabeça.

Deixei as coisas no hotel, sem tempo para almoçar e parti para Old Trafford, pois meu Tour estava programado para as 16:00.

O metrô não vai até a porta do estádio, é necessária uma caminhada de 1km ou 10 minutinhos.

Você não vê o Teatro dos Sonhos, como é conhecido Old Trafford, de longe, pois ele não é muito alto e tem alguns prédios ao redor.

Logo na entrada, o visitante já nota como o Manchester United trata os ídolos, logo na frente tem uma estátua com três deles.

Também podemos notar o quanto eles “investem” no mercado Chinês.

A sinalização é muito boa, mas vocês já podem notar o contraste entre a modernidade e a antiguidade, as portas são muito estreitas e de madeira.

O museu é praticamente um santuário dos ídolos, principalmente Giggs, Matt Busby, Sir Alex Fergunson, Bobby Charlton e George Best, além de um belo memorial sobre o “desastre de Munique”.

Sir Alex Fergunson virou até nome de arquibancada.

Os bares, além dos preços salgados, têm uma característica interessante, você depois de comer pode apostar! Ao lado dos bares existem lugares para os torcedores fazerem uma “fézinha”.

Detalhe: Vende cerveja, mas o torcedor não pode entrar com ela na área das arquibancadas, só pode beber na parte dos bares.

Um dos corredores do estádio mostra bem o “estilo” antigo.

A parte que não aparece na televisão é bem modesta.

E uma surpresa: Não existe telão ou coisa parecida, apenas dois letreiros (lado esquerdo em preto).

Eles também “aquecem” o gramado no inverno, como vocês já devem ter notado.

O vestiário é um dos menores que já visitei, mas tem uma coisa interessante, esse campo do lado esquerdo é digital, as jogadas são preparadas no computador e apresentadas aos jogadores. O da direita é normal (caneta).

O túnel de acesso ao gramado também é básico.

E uma campanha que eles estão fazendo por causa dos casos de racismo que aconteceram recentemente no futebol inglês.

Old Trafford é um templo do futebol mundial e com certeza tive muito orgulho de poder visitá-lo, mas ele passa um choque de sensações, entre o novo e o antigo, que não consegui me decidir sobre o que achei do estádio.

Resumo – Parte 1

Já passei da metade da viagem, mas a metade de acordo com minha programação só aconteceu neste sábado quando deixei Lisboa rumo à Manchester e queria fazer um resumo do que vivi nesses dias em Portugal.

Durante esses 14 dias que estive em Portugal estive em 5 estádios (Luz, Dragão, Alvalade XXI, AXA e EFAPEL) e fui à 6 jogos (Sporting x Nacional, Académica x Oliveirense, Porto x Rio Ave, Braga x Sporting e Sporting x Moreirense), sendo 3 deles por taças e 2 pela Liga Portuguesa.

Todos os estádios têm sua peculiaridade, mas eu destaco o de Braga pela beleza e o Dragão pelo conjunto da obra, ele é organizado, limpo e altamente funcional.

Queria destacar a péssima qualidade das partidas que assisti, o menos ruim foi Braga x Sporting.

Sobre o curso é um pouco mais complexo escrever, é um mix de conhecimento prático, teórico e cultural.

Com uma pequena experiência dentro de um clube (11 meses), muita leitura e histórias de bastidores, eu vim com uma base relativamente boa de conhecimento da realidade brasileira e cheguei a conclusão que estamos, pelo menos, 10 anos atrás dos portugueses no quesito organização no futebol.

Todas as mudanças que eles passaram em 2001-2004 pela realização do EURO são, exatamente , as mesmas que nós já começamos a passar para a Copa de 2014, acho que poderemos nos espelhar e aprender com eles, até mesmo pela facilidade da língua e cultura.

Eles tinham muito receio das mudanças e hoje, quase 10 anos depois, são vitoriosos. O crescimento dos clubes portugueses é notório, Porto e Benfica se sobressaem, mas o Sporting é um gigante formador e o Braga está crescendo, na última temporada foram à final da Liga Europa.

E os Africanos, que também fizeram o curso, estão 10 anos atrás de nós, o que é compreensível também.

Falando nisso, todos conhecem muito bem o futebol brasileiro, pois lá existe o PFC Internacional e como é um mercado que idolatra o futebol brasileiro, que está em crescimento econômico e que possui muitos laços com nossa região, talvez seja a hora de investir em marketing nesses países de língua portuguesa, principalmente Angola.

Experiência muito boa, bons contatos feitos e muito aprendizado com a forma que os portugueses trataram a mudança de conceito e gestão do futebol.

Perspectiva muito boa para o futuro.

Diário de bordo – Dia 14

Na aula final do curso de gestão desportiva, tivemos a presença do engenheiro Estrela da Cunha, nome inusitado, ele é o responsável técnico pelo estádio do Sporting e nos falou desde o projeto até a manutenção atual.

Estou escrevendo esse texto da sala de embarque enquanto espero o vôo para Manchester e me dei conta que coloquei os dados que ele repassou na mala despachada, então mais tarde atualizarei o post.

Perguntei sobre o fosso de Alvalade, pois não me recordo de outro estádio construído nos últimos 15-20 anos que tenha fosso e ele me explicou que era uma preocupação com a cultura portuguesa, de alambrados, e que se fosse hoje a decisão seria diferente.

Também falou que eles estão estudando uma forma de fechar o fosso.

Após a aula fomos fazer uma visita técnica no Estádio de Alvalade, conhecer as entranhas e como funcionam os setores vitais.

A recepção do clube.

Uma miniatura do estádio antigo feita de açucar!

Por aqui também existem cadeiras com o nome dos sócios.

Auditório do clube para 250 pessoas.

Um dos dois geradores que sustentam a energia do estádio caso ocorra um apagão.

Quem apronta aqui vai direto para a prisão do estádio, que parece mais uma sauna.

Sala de imprensa bem básica.

Aqui eles utilizam essas “máquinas” para reproduzir a luz solar no inverno para o gramado não ressecar (as máquinas custaram 300 mil euros).

Sala de comando do estádio, onde ficam os chefes dos departamentos envolvidos no jogo.
Eles guardaram um pedaço da história com o que eu acho ser o portão do setor A do antigo estádio.
E por último uma surpresa, no museu existe um computador que mostra as “casas do Sporting”, delegações e filiais, quando comecei a mexer descobri que existia uma filial no Brasil, cliquei e apareceu Sporting Clube de Pernambuco.
Coloquem o endereço no google maps e vejam onde vai dar, estranho. Nunca ouvi falar disso.

Como falei no começo do post estou indo para Manchester e como não sei a internet que me espera lá, não sei se conseguirei atualizar o blog com a facilidade que tive aqui em Portugal, mas vamos tentar.

Espero que tenham gostado dessa primeira etapa da viagem, agora é Manchester, Liverpool, Amsterdam, Rotterdam e Munique.

Diário de bordo – Dia 13

Ontem tivemos a participação de Rui Pereira que é o Diretor de organização e promoção de jogos do Benfica.

Ele falou sobre o que é preciso para abrir o Estádio da Luz, da organização dos stewards (seguranças), bombeiros, restaurantes, entre outras coisas.

Em um jogo de grande porte o Benfica gasta, apenas com segurança, mais de 50 mil euros. Impressionante.

Aqui em Portugal também é a polícia que decide qual torcida sai primeiro. Com exceção de finais, onde por regra a mandante sai primeiro.

O que eu não concordo, mas a desculpa daqui é a mesma que a daí: É mais fácil segurar 3 mil do que 30 mil.

À noite fomos ao Estádio de Alvalade como convidados do Presidente do Sporting, jantamos na área de camarotes do estádio e ficamos em um dos camarotes, abaixo as fotos desse setor.

E trouxe mais duas fotos do fosso de Alvalade de um ângulo diferente.

Mais fotos estão disponíveis no nosso grupo no facebook, para acessar clique aqui.

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