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Náutico apresentou os novos uniformes

Ontem o Náutico lançou os uniformes principais para a temporada 2011, foram apresentados o listrado e o branco.

Só comento sobre qualidade quando ver ao vivo, pois por foto sempre é complicado.

O que eu não entendo é como fazem, pelo segundo ano seguido se eu não me engano, um evento desse porte na loja do clube, que é pequena.

Que faça no salão nobre, no gramado, tem tanto lugar bacana na cidade para se fazer um evento como esse, talvez fosse a hora de inovar para aparecer mais na mídia, lembrem do caso Larissa Riquelme.

Também poderiam ter feito uma transmissão pela internet para os torcedores que não puderam comparecer.

Enfim, são coisas que precisam evoluir.

OBS: Ficou um pouco de dúvida sobre os lançamentos ocorridos em 2011, por isso vou detalhar melhor.

O primeiro foi feito em março e aconteceu na escada que dá acesso à sala de troféus (clique aqui para ver).

O segundo foi em agosto para lançar a camisa vermelha e ocorreu na Timbushop (clique aqui para ver).

Futebol nordestino no contexto nacional

Ultimamente muito tem sido discutido sobre o crescimento do Nordeste e nisso inclui o futebol e seus (maiores) clubes, mas eu resolvi fazer um levantamento dos últimos 10 anos e mostrar que nada está muito diferente de 10 anos atrás.

 

Série A – Participações entre 2001-2011

2001 – 28 clubes – Vitória, Bahia, Santa Cruz (caiu) e Sport (caiu)

2002 – 26 clubes – Vitória e Bahia

2003 – 24 clubes – Vitória, Bahia (caiu) e Fortaleza (caiu)

2004 – 24 clubes – Vitória (caiu)

2005 – 22 clubes – Fortaleza

2006 – 20 clubes – Fortaleza (caiu) e Santa (caiu)

2007 – 20 clubes – Náutico, Sport e América-RN (caiu)

2008 – 20 clubes – Náutico, Sport e Vitória

2009 – 20 clubes – Vitória, Náutico (caiu) e Sport (caiu)

2010 – 20 clubes – Ceará e Vitória (caiu)

2011 – 20 clubes – Bahia e Ceará (caiu)

2012 – 20 clubes – Bahia, Náutico e Sport

Em nenhum ano algum time do Nordeste ficou no TOP4.

 

Copa do Brasil – TOP 4 entre 2001-2011

Por 6 vezes tivemos Sport, Vitória ou Ceará nas semi-finais da competição, sendo duas vezes cada um.

Mas apenas por duas vezes conseguiram passar para a final, sendo o Sport campeão em 2008 e o Vitória vice em 2010.

 

Série B – Acessos entre 2001-2011

2001 – 28 clubes – Nenhum no TOP 4

2002 – 26 clubes – Fortaleza (2º) e Santa Cruz (3º)

2003 – 24 clubes – Sport (3º)

2004 – 24 clubes – Fortaleza (2º) e Bahia (4º)

2005 – 22 clubes – Santa Cruz (2º) e Náutico (3º)

Lembrando que até 2005 o formato era de dois quadrangulares, ou seja, terceiro e quarto lugares não serviam para nada.

2006 – 20 clubes – Sport (2º), Náutico (3º) e América-RN (4º)

2007 – 20 clubes – Vitória (4º)

2008 – 20 clubes – Nenhum no TOP 4

2009 – 20 clubes – Ceará (3º)

2010 – 20 clubes – Bahia (3º)

2011 – 20 clubes – Náutico (2º) e Sport (4º)

 

Baseado nesses dados podemos fazer uma leitura de que as participações na Série A mantiveram uma média, em apenas dois anos não houve rebaixamento de um nordestino e apenas por um ano tivemos apenas 1 clube disputando, o máximo foi 4 em 2011 quando tínhamos 8 clubes a mais que hoje, com 20 clubes o máximo foram 3.

No contexto geral, fomos coadjuvantes na Série A, brigamos pelo acesso na Série B e disputamos de vez em quando a Copa do Brasil.

Mas, de todo jeito, é preciso lembrar que em 10 anos, o Nordeste conquistou apenas um título nas três principais competições do país.

Diário de bordo – Dia 24

Minha viagem chegou ao fim, após mais de 12 horas em aeroportos, finalmente cheguei em Recife.

E já chego fazendo uma crítica, a PF conseguiu piorar o que já era ruim, mudaram a posição das cabines do desembarque e tinham apenas 3 agentes para 270 pessoas.

Após uma hora de avião no solo, ainda tinha gente na fila esperando para ter seu passaporte checado.

Uma vergonha.

Enfim, espero que tenham curtido, agora é a hora importante, separar tudo por categoria, tentar entender como funcionam as coisas e crescer profissionalmente.

Se tiverem qualquer dúvida, crítica ou sugestão não deixem de me mandar um email no joaquimfcosta@me.com, no grupo do blog no facebook ou no twitter @joaquimfc.

Resumo – Parte 2

Neste domingo acabou a segunda parte da viagem, que começou em Manchester e terminou em Munique passando por Liverpool, Rotterdam e Amsterdam.

Foram 8 estádios (Old Trafford, Etihad Stadium, Goodison Park, Anfield Road, De Kuip, Amsterdam Arena, Olímpico de Munique e Allianz Arena) e 2 jogos (Manchester City x Tottenham e Bayern x Wolfsburg).

Com exceção do Manchester United, todos os clubes que possuem estádio antigo estão com projetos para se mudar, ou seja, para se adaptar ao atual momento do “football and business”.

A senhora que é a guia do Goodison Park disse que além do poder financeiro dos donos, os clubes que possuem novos estádios arrecadam cinco vezes mais em “hospitality” (camarotes corporativos e etc), então eles precisam se igualar, pelo menos nessa área.

Foi interessante notar como os ingleses são apaixonados por futebol e que, ao mesmo tempo, pouco fizeram para “atualizar” seus estádios. Por exemplo, as portas de entrada são muito pequenas, não foram feitas para a geração atual.

Fica um pouco complicado falar “qual o melhor”, pois os visitei em ocasiões diferentes, em jogo é muito mais fácil de analisar, pois no tour a pessoa não pode ficar andando e reparando nas coisas como deveria, portanto vou tentar destacar algo em cada.

Old Trafford é muito antigo e sofre as consequências disso, apesar que sua área de bares é boa e sinalização muito fácil, nota 7.

Goodison Park é bem antigo, peca em bares, banheiros e também possui as péssimas portas, nota 5,5.

Anfield Road vai na mesma pisadinha que o Goodison Park, mas sua área comum é bem melhor, por isso vai receber nota 6.

O De Kuip foi o mais confuso, é um estádio muito antigo e por isso mesmo o Feyenoord está querendo se mudar, mas está muito bem servido de bares e vai levar nota 6,5.

A Amsterdam Arena, como o Old Trafford, também é muito bem servida de bares além de ter ganho pontos na parte de transporte, nota 8,5.

O Etihad tem muita interatividade com os torcedores, várias opções de comida e bebida tanto dentro quanto fora, nenhuma área dele está sem alguma coisa útil para o torcedor, mas peca no transporte público para chegar, nota 9.

A Allianz Arena é muito bonita, muito funcional, sinalização excelente, corredor interno ótimo para 70.000 pessoas, mas falta uma identificação maior com os clubes que jogam por lá, esse é um desafio que a Arena Pernambuco vai ter se o Sport e o Santa também forem mandar seus jogos por lá, nota 9.

O Estádio Olímpico vai receber 7,5, pois apesar de antigo não perde em muita coisa para os novos estádios. Muito bem servido de bares e banheiros, além de sinalização muito boa.

Enfim, em cada estádio foi possível aprender alguma coisa, ter boas idéias, tentar entender como funciona a organização de um jogo na Europa, onde a organização é muito bem feita.

Espero que tenham gostado da forma que tentei passar minhas experiências aqui na Europa, é muito difícil transformar tudo em palavras e fiz o melhor que pude.

Agradeço a todos que me acompanharam nessa jornada e a luta ainda não acabou, vamos modernizar o futebol brasileiro!

Diário de bordo – Dia 23

Dia de voltar para Portugal, de onde embarco para o Brasil nesta segunda-feira, era na terça, mas antecipei em um dia, já que não tinha nenhuma programação e estou cansado.

Foram 25 dias intensos, de muito aprendizado e disciplina para cumprir todos os horários e “passeios” programados.

De lazer não tive nenhum momento, apenas a visita ao campo de concentração não teve cunho esportivo e não posso chamar de lazer, pois sempre tinha que escrever um texto ou acordar cedo no outro dia, mas valeu a pena.

Agradeço à todos e espero que tenham gostado.

Diário de bordo – Dia 22 – Parte 2

Depois do Estádio Olímpico, me dirigi ao belíssimo Allianz Arena, ele fica à 10km da estação principal de Munique e fiz o caminho de metrô com toda tranquilidade.

A estação mais próxima fica à 10 minutos andando do estádio.

Ele realmente é muito bonito por fora e as placas foram projetadas com um formato que os flocos de neve vão escorregando aos poucos para não fazer sobrepeso na cobertura.

As placas externas são transparentes.

Antes das catracas, existem apenas duas lojas móveis, dois bares, uma Burguer King improvisada em um toldo e um boneco gigante para a criançada tirar foto.

Possui duas bilheterias grandes, mas que estão com pouco uso, pois o estádio frequentemente está “sold out” com as vendas feitas geralmente pela internet ou por outros pontos de venda.

A fila que você viu na foto da bilheteria é para a retirada de quem comprou o ingresso pela internet, como eu.

O estádio, assim como o antigo, possui três entradas, sendo duas pela área de quem vem do metrô e estacionamentos principais e outra para os ônibus.

Após as catracas, o torcedor cai no corredor externo que tem algumas lojas, uma a cada duas entradas e as escadas para os setores de cima.

O Estádio tem boa sinalização com a numeração por “andar” – 1, 2 e 3.

Muitos bares (desculpem pela qualidade da foto)

Detalhe: Os bares não aceitam dinheiro, apenas o “Arena Card” (fotos abaixo), oferecido de graça e que a pessoa carrega em vários quiosques espalhados pelo estádio e na bilheteria.

Foto da área comum na hora do intervalo, um mar de gente.

Aqui eu tive a certeza que as partes sem cadeiras são para a “torcida organizada” do Bayern.

Na Arena os alemãs também mostraram sua megalomania por banheiros e que realmente é necessário, até 10 minutos do 2o tempo tinha fila para entrar, não me lembro de ter entrado em um maior.

Dois telões de alta definição.

Uma vista do jogo.E na saída…

Eu geralmente não faço um pré-julgamento das coisas, mas aqui foi diferente, fui esperando muito e me “decepcionei”, pois ele não é muito diferente do Dragão, Luz, Amsterdam Arena e Etihad Stadium, obviamente é o mais bonito, mas não me impressionei em nenhuma parte específica dentro como facilidade para o torcedor, eles basicamente mantém um padrão.

A idéia do Arena Card é muito boa para os locais, turistas como eu que não falam nada de alemão (não existe menu em inglês) são “forçados” a colocar um dinheiro extra no cartão, pois não sabem o que custa cada coisa que apontar e assim sempre sobra algo por lá que nunca vai ser usado.

Diário de bordo – Dia 22 – Parte 1

Assim como aconteceu em Liverpool, em Munique também fui em dois estádios no mesmo dia e por isso vou dividir o “diário de bordo” em duas partes.

Fui aos dois estádios recentes do Bayern de Munique e por uma questão de compreensão no intuito do diário, que é mostrar uma realidade nova ao torcedor brasileiro, vou começar pelo mais antigo, o Estádio Olímpico de Munique.

Construído para ser palco principal das Olimpíadas de Munique em 1972, também sediou a Copa do Mundo de 1974, a Eurocopa de 1988 e algumas finais européias de clubes.

Foi “aposentado” do futebol em 2005 com a inauguração da Allianz Arena e atualmente recebe eventos secundários como a “Nike Air & Stile” em 2011 e shows como U2 e Madonna em 2010.

Ele fica situado no “Parque Olímpico” e é uma área muito bonita, junto à vila olimpíca e vários outros “lugares” de competição.

 Possui uma bilheteria ampla, com vários guichês, a foto só traz uma parte dela.

O estádio só tem 3 entradas para a área comum, mas são bem grandes, com várias catracas.

Bem sinalizado e com fácil identificação.

Bares e quiosques espalhados por todos os lados.

O alemão deve ser fascinado por banheiro, são vários no estádio, é impressionante, acho que é pela quantidade de cerveja que bebem.

O estádio tem dois placares gigantes, mas que não devem ter a tecnologia dos que atualmente tomam conta das novas arenas.

O tempo estava ótimo.

O estádio olímpico também possui um fosso.

Achei essa foto interessante, pois nunca vi uma arquibancada vazada desta forma.

Duas áreas do estádio não possuem cadeiras, devem ser os setores que ficavam as torcidas organizadas daqui.

Ele é um exemplo de que mesmo sendo antigo, um estádio pode ser organizado e com conforto para o torcedor.

Diário de bordo – Dia 21

Dia livre em Munique, resolvi fazer um passeio cultural, fui conhecer um campo de concentração nos arredores da cidade.

Dachau foi o primeiro campo de concentração a ser construído pelo regime nazista.

É uma experiência estranha e a pessoa sai com muito mais perguntas que respostas.

“Por que?” e “como?” foram utilizados nos mais diversos contextos.

A temperatura estava em -7ºC, eu mesmo cheio de roupa térmica, luvas e casaco estava praticamente congelado, imaginem só de pijama?

Enfim, recomendo o passeio a todos, é um tapa na cara.

Voltando ao lado esportivo, agora é a hora da “cereja do bolo”, hoje estarei em Bayern x Wolfsburg na Allianz Arena.

Diário de bordo – Dia 20

Para chegar na Amsterdam Arena é muito fácil, existe uma estação de metrô e trem bem ao lado além de várias linhas de ônibus, o complexo também conta com shoppings e existe estacionamento até mesmo dentro da Arena, portanto tem para todos os gostos. Passa inclusive uma rodovia por baixo do estádio.

A loja da arena é de médio porte e é de lá também que começa o tour.

O estádio é bem sinalizado e as entradas são bem amplas.

Também está muito bem servido de bares e quiosques.

Mas o forte mesmo são os lounges, bem legais.

Aqui também existe um fosso, mas que já foi “tampado” nas partes atrás dos gols e foi por lá onde houve a última invasão que ocasionou a agressão ao goleiro do AZ.

Esse “camarote” com os vidros escuros é o centro de comando do estádio.

O estádio possui 2 telões gigantes.

A sala de imprensa era uma academia que foi adaptada, é bem ampla.

Os vestiários são bem legais, mas não fomos autorizados a entrar, só podemos tirar fotos da porta.

O túnel que dá acesso ao vestiário é recheado de fotos de jogadores do Ajax que foram convocados para suas seleções e a porta que dá acesso ao gramado possui um brasão.

 Os jogadores sobem ao gramado por essa escada.

Belíssimo estádio, possui todas as facilidades de uma arena, além de bem conservado apesar de ser uma “debutante”, pois fez 15 anos em agosto passado.

Diário de bordo – Dia 19

Me considero uma pessoa extremamente precavida quando o assunto é viagem, sempre procuro me antecipar à eventuais problemas que podem acontecer e que geralmente não acontecem, ainda bem.

Mas aconteceu ontem, como vocês sabem eu vim da Inglaterra e ao chegar em Amsterdam não me liguei na mudança de fuso horário, que está uma hora avançada.

Pois bem, o despertador tocou na hora programada e ao chegar na estação para pegar o trem para Rotterdam notei que estava uma hora atrasado na minha programação e que tinha perdido o “tempo de imprevisto”, pois eu geralmente me antecipo em uma hora.

Com o tour marcado para às 12:30, cheguei em Rotterdam às 12:10 e o metrô demoraria mais de 20 minutos, a solução foi pegar um táxi e tentar chegar na hora. Consegui, 12:30 estava no estádio.

O Feyenoord mantém um prédio na frente do estádio, onde está o museu, um restaurante, escritórios além de dois restaurantes que servem exclusivamente de apoio para os camarotes do estádio.

O guia que falava inglês fluentemente estava ocupado com um tour privado, sobrou um senhor que enrolava a língua inglesa, mas tudo bem, com boa vontade e mímica a gente consegue.

A prova da simpatia e do esforço é que ele disse que gostava muito de uma música brasileira, qual? “Ai se eu te pego”, claro.

O museu é muito simples, apenas com algumas camisas, fotos e chuteiras antigas.

Diferentemente dos estádios na Inglaterra, que são encravados em bairros residencias e que não parecem estádios do jeito que estamos acostumados, o “De Kuip” fica em um espaço aberto e é totalmente “acima do solo”.

A sinalização até que existe, mas achei complicada, são feitas com letras e existem muitos portões, além da arquitetura do estádio não ajudar em nada.

Ele não segue uma ordem, se a pessoa der uma volta completa no estádio vai encontrar portas de A (início) até N (fim), só que passa por V e X, por exemplo. A parte de cima tem letras dobradas, tipo “setor DD”.

 O estádio possui 40 camarotes e vários “business seats”, a curiosidade é que esses lugares vips têm aquecimento.

Aqui também não tem telão, apenas dois letreiros atrás dos gols.

 Vestiário no nível dos que eu encontrei nos outros estádios.

O túnel que leva para o gramado é interessante, com pinturas.

E a surpresa (que eu não tinha visto lá de cima), aqui também tem um fosso, segundo o guia é necessário, recentemente aconteceu uma agressão a um goleiro na Amsterdam Arena.

As arquibancadas centrais da parte de baixo são móveis e as duas primeiras filas tem uma péssima visão, mas só são vendidas em grandes jogos por causa da demanda.

O estádio está muito bem servido de bares e banheiros, aliás, falando em banheiro vejam que excelente idéia, principalmente para shows.

Outra curiosidade: A “Torcida Organizada” tem um lounge, onde é obrigada a ficar durante uma hora após os jogos.

 A loja oficial do Feyenoord é pequena e fica em um anexo do estádio, mas também existem lojas funcionando dentro do estádio em dias de jogo.

A sala de imprensa parece mais um restaurante estilo self-service.

Os torcedores dos times visitantes entram por uma entrada totalmente diferente, eles vêm diretamente da estação férrea, por um “corredor” coberto e entram diretamente no estádio, sem passar pelas áreas comuns.

Eu pensava que os ingleses eram os baderneiros oficiais da europa, mas estou começando a mudar de idéia diante de tanta segurança.

Enfim, é um estádio que já foi um dos melhores da Europa e é o recordista em finais de competições européias, 11 vezes, mas que é bastante complicado, são muitas escadas, vigas e letras que podem complicar a pessoa que não está habituada a frequentar.

Mas tudo indica que deverá ter vida curta também, o Feyenoord está estudando projetos para se mudar para uma nova casa até 2018.

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